O governo decidiu incluir crianças de 5 a 11 anos no programa de vacinação contra a covid-19, mas desistiu de exigir prescrição médica. Ou seja, vai fazer como recomendam especialistas e a comunidade científica. E também como defendem todos os estados e o Distrito Federal. O Ministério da Saúde informou nesta quarta-feira (5) que já encomendou 20 milhões de doses da vacina da Pfizer para crianças – população dessa faixa etária estimada pelo IBGE. A quantidade, portanto, é suficiente para a aplicação apenas da primeira das duas doses recomendadas para o imunizante.
O calendário de vacinação começará somente depois da segunda quinzena deste mês. A ordem será das crianças mais velhas para as mais novas, com prioridade para quem tem comorbidade ou deficiência permanente. Para receber a dose, basta a criança estar acompanhada da mãe, pai ou de um responsável legal. Mas não poderá ser exigida prescrição médica, como antes defendia o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.




