FIM DO AUXÍLIO | O senador Flávio Arns (REDE/PR) apresentou projeto de decreto legislativo (PDL 17/2019) que extingue a ajuda de custo concedida a deputados federais e senadores para custear despesas com mudança e transporte. Atualmente, o valor destinado a cada parlamentar é de R$ 33.763,00, recebidos no início e ao final de seus mandatos.
ECONOMIA |Segundo o senador, a medida vai gerar uma economia de quase R$ 40 milhões a cada quatro anos, quando ocorrem as mudanças de legislaturas. “Não existe mais essa necessidade. É um dinheiro que tem de ser economizado para atender as necessidades do povo na realização de seus direitos”, destacou.
ABRIU MÃO | Nessa mudança, a Câmara dos Deputados e o Senado calculam ter gasto R$ 20 milhões com 298 parlamentares. Oito senadores receberam o valor em dobro. Já Arns, não. Ele havia declinado da verba já avisando que ia protocolar pedido para fosse encerrado o auxílio.
AS CUSTAS DO ESTADO | Já o presidente Jair Bolsonaro (PSL), que deixou a Câmara dos Deputados, recebeu da Câmara R$ 33,7 mil o auxílio-mudança três dias antes de sua posse como chefe do Executivo. Nesse período, conforme a Folha de São Paulo, Bolsonaro recebeu R$ 84,3 mil brutos, somando a parcela do 13º salário.
BOQUINHA DO MORO | O ex-juiz federal e ministro da Justiça Sérgio Moro, também recebeu o chamado auxílio mudança. Ele, que enquanto juiz residente em Curitiba, também recebia o auxílio-moradia de R$ 4,3 mil. Na época, ele justificou o valor porque o salário era reajustado há três anos. Agora, como ministro, Moro obteve R$ 30.934,70 de mudança e outros R$ 7,5 mil de auxílio-moradia.




